quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Saiba porque o Diabetes tipo 2 tem cura!



O diabetes tipo 2 é reversível porque é uma doença alimentar e não uma doença crônica progressiva, como afirmam a maioria dos médicos. O diabetes tipo 2 é totalmente reversível e o diabetes tipo 1 poderá reduzir a quantidade de insulina injetável em quase 80%, isto é uma grande notícia para quase 12 milhões de diabéticos existentes no Brasil.
Imagine que um parente seu é diagnosticado como diabético, então ele se esforça para perder 10 quilos, deixa de tomar os remédios prescritos e o resultado do seu esforço é normalização do seu açúcar no sangue. Você daria os parabéns a ele? Talvez dissesse algo como “muito bem bom trabalho. Você agora está realmente cuidando da sua saúde, continue! ” O que você não diria que é algo como “ você é muito mentiroso o médico disse que esta é uma doença crônica progressiva, por isso deverá estar mentindo para mim”. Não parece mentira ele realmente perdeu todo aquele peso, obvio que o diabetes foi revertido. Aí está o segredo, com a alimentação, reeducação alimentar e a mudança do estilo de vida, consegui-se sucesso, sem remédios. 
O mais importante para o diabético é perder peso com auxílio de um nutricionista. Os remédios para diabetes não farão perder peso, muito pelo contrário, fará ganhar mais peso ainda, porque esses remédios não baixam a insulina eles apenas diminuem o nível de açúcar no sangue. A medicação para diabetes não diminui o nível de insulina no sangue e ela continuará a subir, agora temos que se preocupar com a glicose alta e com insulina alta. A insulina é um hormônio lipogênico (formador de gordura) e as pessoas que usam insulina percebe que não consegue perder peso e na verdade só pioram e cada vez mais tem que volta ao médico para ajustar a dose.
Tomar remédio para diabetes é como tentar esconder o sol com uma peneira, porque esses remédios não tratam o diabetes, apenas controla a entrada de glicose na célula e esse é o motivo pelo qual a maioria dos médicos diz, que o diabetes tipo 2 é uma doença progressiva que não tem cura, ou seja, doença crônica. Até hoje se prescreve tratamento errado porque se prescreve remédios para uma doença predominantemente alimentar. O diabetes não se cura com remédios, pois remédios é feito para remediar. Na verdade o que irá cura uma doença de origem alimentar é o próprio alimento.
E agora, como você pode reverter o diabetes?

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

O AGRIÃO! Um superalimento?



Você já teve um membro da família que sempre parecia ofuscar todos os outros? Assim é o agrião. Não existe tal coisa como um "alimento perfeito", mas o agrião pode ser considerado um superalimento devido ao seu alto valor nutricional.

Baseado no índice de densidade de nutrientes agregados (sigla em inglês, ANDI), uma classificação de valor nutricional por caloria, o agrião tem uma pontuação nutricional excelente. Basicamente, isto significa quanto de nutrição que um alimento pode conter, sem que afete a sua cintura. O agrião recebeu a pontuação 100, estando a frente de alimentos como couve (49) e couve-flor (25).

Aqui estão os cinco principais benefícios do agrião para a saúde:

1. Potencial de combate ao câncer
Excelente fonte de impulsionadores do sistema imunológico, vitaminas A e C, e contendo altos níveis de antioxidantes, o agrião pode diminuir a inflamação e evitar que as células cancerosas se espalhem. Contém isotiocianatos, compostos que ajudam o corpo a desintoxicar-se de produtos químicos que causam câncer.

Um estudo de 60 fumantes e não-fumantes descobriu que a adição de 1 1/2 xícaras de agrião cru em suas dietas, por dois meses, reduziu o dano ao DNA e aumentou os níveis de antioxidantes no sangue, reduzindo potencialmente o risco de câncer. Em vários estudos, foi apontado que o consumo regular de vegetais crucíferos como o agrião está ligado a um menor risco de cânceres da bexiga, pulmão, próstata e mama. O agrião também pode ajudar a prevenir danos às células saudáveis durante o tratamento do câncer.

2. Saúde Óssea
Excelente fonte de vitamina K e cálcio, nutrientes necessários para ossos fortes.

3. Saúde do Coração
O agrião pode ajudar a prevenir doenças do coração, diminuindo os níveis de triglicerídeos. É também rico em nitratos, compostos que podem reduzir a pressão arterial.

4. Prevenção e Gestão de Diabetes
Rico em um antioxidante chamado ácido alfa-lipóico (ALA), que pode ajudar a melhorar a sensibilidade das células à insulina e reduzir os níveis de açúcar no sangue, como também ajudar a diminuir a neuropatia ou dano do nervo (uma complicação comum do diabetes).

5. Saúde dos Olhos
O agrião é rico em luteína e zeaxantina, fitoquímicos que impedem a catarata e degeneração macular.

Como comprar:
Procure agrião com folhas verdes escuras (não começando a amarelar). Mantenha-o na geladeira com as hastes em um copo de água e coberto para durar mais tempo.

O agrião tem um sabor leve, picante, tornando-se uma excelente alternativa para as pessoas que não gostam do sabor amargo da rúcula ou couve. Excelente em sanduiches, saladas, vitaminas, massas, sopas ou cozidos no vapor com limão.

Considere utilizar o agrião em marinadas: ele é rico em clorofila, que pode ajudar a prevenir a formação de substâncias cancerígenas ao grelhar a carne, peixe e aves a altas temperaturas.

Traduzido por Essential Nutrition – link http://essentialnutrition.com.br 



domingo, 11 de setembro de 2016

DIABETES TIPO 3 VOCÊ JÁ OUVIU FALAR?






DIABETES Tipo 3

As duas formas conhecidas de diabetes são Diabetes tipo1 e Diabetes tipo2

O tipo 1 é o mais raro (10% dos casos). Ocorre quando o sistema imunológico destrói as células do pâncreas que produzem o hormônio insulina. A medicina o define como uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca e destrói as células do pâncreas produtoras de insulina. Esse hormônio permite a entrada de glicose nas células reduzindo a glicemia no sangue. As pessoas com essas enfermidades ficam dependentes desse hormônio e tomam várias picadas de agulha durante o dia para normalizar a glicemia. Sem as doses desse hormônio artificial elas simplesmente não sobrevivem. 

O tipo 2 ocorre em cerca de 80% das pessoas que estão acima do peso. Quando o diabético fica com sobrepeso, se torna mais difícil manter os níveis ideais de açúcar no sangue. Até pouco tempo atrás, o tipo 2 se manifestava sobretudo em pessoas com mais de 45 anos e, por isso, era conhecido pelo nome de "diabetes senil". Hoje, não existe limite de idade para ele aparecer. As crianças agora estão na lista dos registros dos órgãos de saúde. Esse tipo 2 está mais relacionado ao sedentarismo, alimentação e estilo de vida.
O tipo 3 é desconhecido para 99,9% dos médicos, muitos deles não sabem nada sobre o assunto. Na verdade, no início de janeiro de 2005, a doença de Alzheimer foi provisoriamente chamada de "diabetes tipo 3”, quando os pesquisadores perceberam que o pâncreas não é o único órgão que produz insulina no nosso corpo.

O nosso cérebro também produz insulina, e ela é necessária para a sobrevivência das células do cérebro. Curiosamente, baixos níveis de insulina em nosso sangue estão associados a uma melhor saúde, mas quando se refere à insulina no cérebro, é completamente o oposto.
Baixa produção de insulina no cérebro contribui para a degeneração das células cerebrais e estudos descobriram que muitas vezes as pessoas com baixos níveis de receptores de insulina sanguínea e insulina cerebral, padecem de Alzheimer.
A glicose é um tipo de açúcar que funciona como combustível essencial para o cérebro. Estudos recentes nos mostra que quando a oferta de glicose está baixa no cérebro, ocorre um impacto negativo na memória, na função cognitiva no aprendizado e no decorrer do tempo potencializa-se na má performance cognitiva. A glicose é mais necessária quando se exige mais do cérebro em tarefas mentais desafiantes. Por esta razão é mais interessante ter sempre níveis de glicose dentro dos valores exigidos para a prevenção do Alzhaeimer e outros transtornos mentais.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

O glúten não vai deixar você emagrecer! Saiba por quê.


A origem do significado da palavra glúten vem do latim que significa” colagem”. Na prática dietética quando se faz a separação do amido do trigo o que sobra é uma gosma de cor amarelo castanho, semelhante a uma borracha de boa elasticidade. É exatamente essa parte do trigo que se valoriza na panificação por ser ela quem dá a textura, maciez e fofura as massas.
O glúten é a união das moléculas proteicas de gliadina e glutenina, que quando unidas com o amido do trigo e água se transforma em uma massa resistente e elástica, encontrada principalmente nos cereais, trigo, cevada, espelta (trigo vermelho), tricalhe, centeio, no entanto, também se encontra presente em pequenas quantidades na aveia e outros grãos que sofrem contaminação cruzada, por serem armazenados juntos com produtos ricos em glúten. Ele pode estar escondido em diversos alimentos, tais como, malte, temperos, tabletes de Knorr, Maggi, sorvetes, bebidas em pó, chocolates, pudins, caldo de feijão.
A gliadina é o aminoácido que mais produz efeitos indesejáveis, pois ele é a substância mais inflamatória do intestino delgado, desencadeando reações alérgicas de sinusites, enxaquecas, bronquites, asmas, psoríase, etc.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

SUCRALOSE! Engorda? Sim, saiba por quê.





A sucralose hoje é o adoçante mais recomendado em todo mundo. E cada vez mais produtos light estão vindos com a sucralose em sua composição. O fabricante que desenvolveu este adoçante foi à empresa Americana Splenda, que disseminou na mídia, como sendo um produto derivado da cana de açúcar e por isso recebeu rótulo de natural, “Feito de açúcar, portanto, tem gosto de açúcar” isso tudo foi estratégia de marketing para popularizar o adoçante e se tornar o mais vendido em todo planeta.

Como desenvolveram a SUCRALOSE?

Muito bem. Eles pegaram uma molécula de açúcar (sacarose) que é um dissacarídeo, que é composto de uma moléculas de glicose e outra molécula de frutose ligadas entre si e acrescentaram, três moléculas de cloro a sacarose (açúcar) dando origem a uma nova substância chamada de fruto-galactose, que não existe na natureza. É obra da criação do homem. Quando ingerida, o nosso corpo não sabe o que fazer com ela porque não possui células com receptores específicos pra metaboliza-las, portanto, irá ao longo do tempo produzir efeitos colaterais indesejados. Esse adoçante possui moléculas quimicamente semelhantes às moléculas do DDT (pesticida), ou seja, não tem mais nada que se pareça com açúcar. Por ela ser digerida parcialmente no trato-gastrointestinal, local que também tem receptores pra sabor doce do tipo,(T1R2 e T1R3) assim como as papilas da língua e células betas do pâncreas, quando a sucralose ativa esses receptores, estimulam os receptores de glicose associados ao sódio (SGLTI-1), que vai gerar um maior aumento na captação de glicose e sódio, e que vai induzir o receptor GLP-1, via glucagon a estimular as células betas do pâncreas a produzir mais insulina, podendo acarretar um quadro de hiperinsulinemia.

Os adoçantes de uma forma geral aumentam a carga glicêmica da refeição. A sucralose é um composto clorado, pertencente às dioxinas e ao DDT (pesticida), são altamente tóxicos e sendo classificada, como poluentes orgânicos persistentes que causam sérios danos a saúde e ao meio ambiente.

Sintomas provocados pelo uso da sucralose, vou citar alguns deles:
Problemas gastrointestinais, convulsões, vertigem, e enxaquecas, tireoidites, visão embaçada, reações alérgicas, câncer, obesidade e aumento de açúcar no sangue.

A sucralose não é o melhor adoçante para ser usado na cozinha, pois quando aquecido libera uma substância conhecida como choropropanol, pertencente à classe das dioxinas. A dioxina é um produto proveniente de fundição, incinerações, branqueamento com cloro, pesticidas, seus efeitos contribuem para a incidência de canceres e desregulação endócrinas.

Este produto foi usado durante a guerra do Vietnã. Foi um dos componentes tóxico da substância agente laranja usada para desfolhar selvas. Foi constatado que a sucralose usada em preparações feitas em panelas de aço inoxidável, produz composto tóxico conhecido como dibenzofuranos policlorados (PCDF).

Uma pesquisa com animais publicado em 2008 descobriu que a sucralose pode danificar 50% do microbioma intestinal, abrindo a porta para a proliferação de bactérias hostis causadoras de problemas de saúde.

O diabético que usa adoçante tem o GLP, peptídeo-1 de glicose, insulina e glucagon alterados, pois a sucrallose afeta as respostas glicêmicas de insulina.

A revista Diabetes Care, comparou com o gropo controle, pacientes obesos usando sucralose, tiveram um aumento no pico das concentrações plasmáticas, na taxa de secreção de insulina.

O ideal é evitar adoçantes artificiais, todos eles são prejudiciais de uma forma ou de outra, incluindo, o aspartame, (Nutrasweet, Equal, Splenda, Wow Nutrition (Gold), sacarina, ciclamato de sódio, acessulfame de potássio, etc.).

O adoçante que continua sendo atualmente o mais seguro e comprovadamente natural, é a Stevia reubadiana, porque até o presente momento nenhum estudo publicou nada que a desabone.
Vários estudos tem identificado na Stevia, propriedades anti-diabética, protetor renal, antioxidante, hepatoprotetor, e na recuperação de células beta do pâncreas, reduz a pressão arterial e inflamação intestinal. Libera menos insulina do que qualquer outro adoçante já descoberto.

A tentativa de usar adoçantes pode gerar desequilíbrio na bioquímica corporal e quando se ingere refrigerantes diet, ou outro alimento diet com intenção de reduzir calorias, é a mesma coisa de trocar seis por meia dúzia, porque a maioria dos estudos tem mostrado claramente que essa não e a melhor estratégia, pois esses adoçantes vão duplicar o desejo por algo doce aumentando a compulsão por carboidratos e estimulam o aumento do apetite e aumento da gordura visceral, elevando o risco de obesidade e doenças metabólicas.

O importante disso tudo não é o fato de que esse adoçante é nocivo a nossa saúde, mas o que devemos saber é como essas empresas farmacêuticas, usam táticas para manipular e enganar o consumidor e ganhar dinheiro com a indústria do adoecimento.

Da mesma forma, ocorre com a indústria de alimentos colocando no mercado produtos de fácil preparo com o rótulo de saudável e natural, para facilitar a vida da dona de casa.

Estamos nos desviado, dos princípios sólidos já estabelecidos e usados pelos nossos antepassados, para se mantiver mais saudáveis. Devemos saber que nossos genes não se adaptam tão facilmente e levam milhões de anos para uma mudança em nosso ambiente. Nosso corpo não está programado para assimilar e aceitar alimentos modificados ou novas substâncias (artificiais), inseridos em diversos produtos, como exemplo (corantes, estabilizantes, reguladores de acidez, emulsificantes, clareadores, espessantes, e conservantes dióxido de enxofre, nitratos, nitritos, parabenos, sorbato de potássio (ácido sórbico), benzonato de sódio (ácido benzoico).

O nosso criador nos deu um corpo projetado para não adoecer, mas quando nos expomos a alimentos tóxicos e a um estilo de vida diferente dos nossos ancestrais, dormindo tarde, exposição exagerada a ondas eletromagnéticas, uso excessivo de aparelhos de informática, produtos de limpeza, de beleza, agrotóxicos, etc., e sem um suporte nutricional adequado para superar e prosperar vai perdendo a vitalidade e caminhando em direção as doenças metabólicas.

Depois que aprendemos as artimanhas de como eles manipulam e distorce uma verdade, então saberemos ser mais cautelosos e céticos quando surgem novos produtos.

Referências.

Food and Drug Administration "Final Rule" para Sucralose, 21 CFR Part 172, Docket No. 87F-0086.
Senhor GH, Newberne PM. Mineralização renal - uma lesão onipresente em estudos com ratos crônicas. Food Chem Toxicol 1990 Jun; 28: 449-55.
Labare MP, Alexander M. Microbial co-metabolismo de sucralose, um dissacarídeo clorada, em amostras ambientais. Appl Microbiol Biotechnol. 1994 outubro.
Hunter BT. A sucralose. Pesquisa Revista dos consumidores, Oct90, Vol. 73 Issue 10, p8, 2p.
Maudlin RK. FDA aprova sucralose para uso expandido. Modern Medicine, Oct99, Vol. 67 Issue 10, p57, 1 / 9p.
Sucralose - um novo adoçante artificial. Carta médica sobre Drogas & Therapeutics, 07/03/98, Vol. 40, Edição 1030, p67, 2p.